O chimarrão, em uma explicação bem simples, é uma bebida típica (mas não exclusiva) da cultura do Rio Grande do Sul. É servido em uma cuia, com erva-mate moída e uma bomba, além de água quente.

The chimarrão, in a pretty simple explanation, is a typical drink (but not exclusively) of the culture of Rio Grande do Sul served in a gourd/bowl called cuia with chopped mate herb and pipe called bomba, besides hot water.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

... em Florença

Chegamos em Florença depois de uma linda viagem de trêm que teve sua origem em Milão.

Em Florença nós andamos de ônibus ou a pé. Para comprar as passagens de ônibus, a dica é comprar nas bancas de revistas ou tabacarias, por ser mais barato do que comprar direto com o motorista, além de não correr o risco do motorista não ter passagens a venda – o que aconteceu conosco uma vez.
Começamos a explorar a cidade com a guia Cristiane de Oliveira (http://www.guiaflorenca.net e http://www.noticiasdabota.com/), uma carioca que mora e Florença. Tivemos ótimas horas com ela e desde já indicamos para quem for conhecer essa cidade maravilhosa e sua história. Muitas das informações que relatamos nesse post nos foram trazidas por ela.

Na Piazza de Duomo é possível conhecer a Basílica di Santa Maria del Fiore, conhecida como Duomo de Firenze, o Campanário de Giotto, o Batistério de São João e o Museo dell'Opera del Duomo.

O Batistério de São João, que fica em frente a Catedral di Santa Maria
del Fiore, é um lugar mágico. O teto em mosaico é uma das obras de arte mais lindas que já vimos, onde estão retratadas diversas histórias. No batistério se encontra o túmulo de Baldassare Coscia, o Antipapa João XXIII, o qual foi projetado por Donatello e seu aprendiz Michelozzo Michelozzi. Ao falar do Batistério, impossível deixar de mencionar as suas portas. São três portas enormes, sendo uma para a entrada dos padres, outra para a entrada das pessoas e a terceira, que fica de frente para a entrada da Basílica é a conhecida como “Porta do Paraíso” que serve para a saída dos fiéis – já batizados – para entrar na Basílica. A porta original está no Museo dell'Opera del Duomo.




Depois da visita no batistério, seguimos para a Basílica di Santa Maria del Fiore. O que mais impressiona é a imagem da cúpula, obra do arquiteto renascentista Filippo Brunelleschi e afrescada por Giorgio Vasari e Federico Zuccarir representando o Juízo Final. Acima da porta de entrada central há um relógio com a “hora itálica”, que traz a divisão do tempo em vinte e quatro horas tendo o início do dia com o pôr-do-sol.

A cúpula foi projetada por Brunelleschi, todavia o projeto foi mantido em segredo. O que se sabe é que são duas cúpulas, que foram construídas simultaneamente, uma por dentro da outra. Também se sabe que os tijolos estão colocados como uma espinha de peixe. A cúpula está rachada em função de um terremoto ocorrido em 1949.


É possível subir na cúpula do Duomo. A entrada para a cúpula fica do lado esquerdo para quem está na frente do Duomo. Vale a pena a subida, mas é necessário dizer que não é uma subida fácil. São 463 degraus, os quais são irregulares, partes sem corrimão e num espaço muito pequeno. Além disso, é um lugar escuro e sem ventilação. Portanto, além da vontade é necessária uma condição física boa para encarar a subida, que é feita boa parte entre as duas cúpulas. Pelas entradas de ar e luz é possível ter noção de que lado que a gente está por dentro da cúpula. Fica a dica para levar uma água para a subida!


Ao chegar no topo de Florença a recompensa! A vista da cidade!  É uma cidade muito bonita! Circulando pela cúpula foi possível ver a cidade de todos os ângulos!



Junto com isso, chega o nosso grande momento: chimarrão em Florença na cúpula da Duomo! Claro que em função do chimarrão, fomos identificadas por outros brasileiros que por lá também estavam!


Depois de recuperadas, encaramos a descida que, é claro, é menos cansativa que a subida, mas é um caminho com as mesmas dificuldades da subida.


Depois da missão cumprida, vale um gelatto! Aliás, sempre vale um gelatto! A gente não consegue provar todos os sabores! Para quem tem intolerância a lactose, existem diversas opções, só perguntar, todos estavam bem orientados quanto a isso.

Ainda visitamos uma pequena parte do Museo dell'Opera del Duomo, pois estava com acesso restrito em razão de estar em reforma. Mesmo assim conseguimos ver a Porta do Paraíso original e uma Pietà de Michelangelo.

Há diversas modalidades de ingresso para o acesso no Batistério, Campanário, Cúpula, inclusive o que vale para várias atrações durante 24 horas. Nesse caso, interessante observar os horários de pico das atrações, para tentar evita-los, para não perder muito tempo nas filas. É interessante, por exemplo, entrar no Batistério bem cedo, que é relativamente rápido de se visitar, depois ir à Catedral e deixar para subir na Cúpula ou no Campanário pela hora do almoço (lá é por volta das 14 horas).

A Piazza della Signoria é praticamente um centro político da cidade, pois é a praça do Palazzo Vecchio e da Loggia dei Lanzi.

Uma dica é que na lateral do Palazzo Vecchio, perto da fonte de Netuno, há duas torneiras de água, uma com gás e outra natural, para as pessoas encher suas garrafinhas. Essa foi uma medida tomada pela Prefeitura da cidade, pois não sabia mais o que fazer com tanto lixo de garrafa pet.
A Fonte de Netuno é a única fonte de Florença e foi feita para celebrar a conquista de Livorno e o acesso ao mar. Ela tem o rosto do grão duque Cosimo I. Os fiorentinos no geral não gostam dessa estátua e a chamam de “Biancone” (brancão).
Na Piazza della Signoria, no lado esquerdo da entrada do Palazzo Vecchio, está a estátua de Davi, de Michelangelo. Essa estátua é uma réplica da original que está na Academia. Ele está de costas para o palácio, representando a vitória do pequeno Davi contra o gigante Golias, ou seja, a República versus os Médicis. Também alí encontramos a estátua de Hércules e Caco, representando a vitória de Hercules sobre a maldade de Caco, este que está de costas para a Loggia, onde estão as estátuas que representam os Médicis.

Importante dizer que a família Médici tem um importante papel na história da cidade.

A Loggia dei Lanzi é onde estão expostas diversas estátuas. Ao fundo estão estátuas romanas originais. A primeira estátua (mais perto do Palazzo Vecchio) da frente é Perseus com a cabeça de Medusa. Já a última estátua da fila da frente representa o Rapto das Sabinas.

O Palazzo Vecchio é muito interessante e há vários salões e quartos que podem ser visitados. Há lugares onde não é permitido o acesso, pois o palácio ainda é usado como Prefeitura de Florença.

O Salão dos Quinhentos foi um dos lugares que mais nos chamaram atenção. É um salão com obras de Vasari e com capacidade para quinhentas pessoas, assim, os mil e quinhentos “conselheiros” do governo se reuniam em três sessões para deliberar. Bem no alto há uma janelinha com uma grade, que era onde a duquesa ficava espiando o duque na reunião. Nesse salão seriam expostos dois grandes afrescos, um de DaVinci e outro de Michelangelo. Ocorre que DaVinci não gostava da técnica de afresco, pois precisava fazer a obra muito rápida e então tentou uma técnica diferente, com cera. Mas a técnica não deu certo e o resultado foi desastroso, vindo a sua obra “A Batalha de Anghiari” a ser danificada.

Pertinente aqui mencionar que afresco é uma técnica de pintura que é executada sobre uma espécie de gesso ou massa ainda úmida em que são aplicados os pigmentos. Quando essa massa seca o pigmento passa a integrar a superfície. E essa a razão de não ser possível um trabalho muito demorado, não sendo técnica preferida de DaVinci.

No local que estava a obra de DaVinci existe um mural de Giorgio Vasari. É admitida a hipótese de que a obra de DaVinci tenha sido escondida pela de Vasari, mas não destruída, pois na obra de Vasari está escrito em italiano na parte superior central "Cerca Trova", que pode ser traduzida como “busque e encontre”. Investigadores e cientistas buscam encontrar a obra de DaVinci através de sondas introduzidas em fissuras existentes no mural de Vasari, sendo que conseguiram achar um material que pode ter sido o usado por Leonardo. Michelangelo nunca fez o seu mural.

Outro local interessantíssimo é a Sala dos Mapas Geográficos ou Guarda-roupa, que é uma sala com armários e as cinquenta e três portas dos armários estão decoradas com pinturas a óleo de mapas de interesse da época. No centro da sala há um enorme globo terrestre.

É nessa sala que encontra-se o quadro da Armênia, tão divulgado pela obra “Inferno” de Dan Brown, pois ele dá acesso a uma passagem secreta com saída na rua lateral do Palazzo.

Também a famosa máscara de Dante se encontra exposta nesse palácio. É preciso dizer que ela não impressiona. Pela narrativa do livro “Inferno” a expectativa era outra.

Para quem passar por Florença, não pode deixar de visitar a Galleria deglia Uffizi. Nós tínhamos comprado os ingressos antecipados e para o primeiro horário disponível. Foi muito bom, pois retiramos nossos ingressos e entramos imediatamente. As salas estavam com movimento tranquilo, mas percebemos que aos poucos os grupos iam chegando e enchendo as salas. É importante reservar um bom tempo para essa visita, pois o espaço é enorme e mesmo passando por tudo, sem muita leitura e curiosidade, são necessárias pelo menos duas horas.

A família Médici para evidenciar seu mando na cidade de Florença quando retomou o poder, decidiu se instalar no palácio que era sede do governo da cidade, deixando explícito que o governo e a família Médici eram a mesma coisa e, por esta razão, necessária a construção dos escritórios – Galleria deglia Uffizi. Neste momento também foi feita uma reforma no Palazzo, a qual pode ser percebida nas paredes mais antigas e mais recentes, sendo possível identificar onde foram feitos “puxadinhos” para a transformação em moradia.

A Galleria está localizada entre o Palazzo Vecchio e o Rio Arno. Foi construída pelo arquiteto Giorgio Vasari, a mando do Duque Cosimo I, com a finalidade de abrigar os escritórios da administração da cidade.

Atualmente, a Galleria abriga a mais importante coleção renascentista do mundo! São centenas de obras expostas! Dentre as clássicas que pudemos admirar bem na nossa frente estavam “Primavera” e "O Nascimento da Vênus", de Botticelli, e a "A Sagrada Família", de Michelangelo.

Para quem ainda não se deu por satisfeito com tanta obra de arte e ainda tiver perna, cruze a belíssima Ponte Vecchia e faça uma visita na Galeria Palatina e nos aposentos reais no Palazzo Pitti para saciar a vontade! São obras de arte de Rafael, Caravaggio, Rubens e muitos outros mestres, com molduras suntuosas que cobrem as paredes por inteiro das muitas salas.

Já os aposentos reais são decorados com móveis e obras de arte dos anos 1500 a 1800 e foram usados por reis da Itália quando Florença era a capital do país.

O Palazzo Pitti foi agregado ao Palazzo Vecchio. O Pitti já existia e a duquesa Eleonora de Toledo pediu que o mesmo fosse comprado, pois desejava que seus filhos, então ainda crianças, tivessem pátio para brincar. No Palazzo Vechio havia apenas uma espécie de varanda e não jardins, assim a compra do Pitti teve foco nos seus jardins (Bóboli) e não especificamente no Palazzo. Para ligar o Palazzo Vecchio e o Palazzo Pitti foi construído um corredor, chamado de vasariano (por ter sido executado por Vasari) que vai do Palazzo Vecchio, passando na Galleria deglia Uffizi, pela a Ponte Vechia, por dentro de algumas casas, chegando até o Palazzo Pitti.

Junto ao Pallazo Pitti ficam os Jardins Bóboli. Infelizmente não conseguimos fazer a visita aos jardins, por falta de tempo, mas observamos de longe. Com certeza também é um lugar a ser explorado e propício pra um chimarrão.

Florença é uma cidade pequena, porém, como podemos ver, com tanta coisa interessante para ver que é impossível explorar todas elas.

Para garantir o retorno para a cidade, é importantíssima uma passagem na Piazza de la Republica, nesta praça durante o dia (e isto significa desde muito cedo pela manhã até o entardecer) fica cheio de vendedores com suas lojas portáteis, uns carrinhos, tipo camelô, que vendem basicamente artigos de couro. Em um dos lados desta Piazza que está o Porcellino, Encontre ele e passe a mão no focinho do porco. Ouvimos diversas crenças, uma que dá sorte, outra que quem passar a mão no focinho do porco ainda vai retornar à Florença, entre outras, como uma que a guia Cristiane nos ensina em http://www.noticiasdabota.com/2008/10/firenze-fontana-del-porcellino.html é que “Existe uma lenda que diz que devemos colocar uma moeda na boca do Porcellino e que devemos faze-la escorregar ate o grade que se encontra abaixo, proximo dos pes. Diz a tradiçao, que se a moeda cair na grade, o futuro lhe reservara grande fortuna e sorte. Por esse motivo, todos os dias, o Porcellino è rodeado de gente querendo toca-lo.

Enfim, passamos dois dias maravilhosos em Florença, mas recomendamos pelo menos três dias e muito fôlego nessa cidade, o que significa que teremos que retornar!

Gostaríamos de aproveitar e agradecer a tarde que passamos com a guia Cristiane Oliveira que nos trouxe muitas informações e muita disposição explorando a cidade dos fiorentinos!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

...em Berlin

Berlin é um lugar incrível!

Berlin é uma cidade que conjuga as marcas da Guerra com a modernidade de uma forma supreendente. Conjuga o antigo e o novo de uma maneira que nos deixou encantadas.

Nossa chegada em Berlin foi pela Ostbahnhof. Essa estação do metro é uma das principais estações de Berlin. Nosso hotel ficava praticamente em frente a estação, o que foi muito bom, pois facilitava a nossa locomoção.

Adquirimos o Berlin Card já na estação do metrô. Ele nos permitia transitar por Berlin e nos conferia desconto em diversas atrações da cidade. É importante que cada um verifique o tipo de Berlin Card que mais se enquadra à viagem que vai fazer e se vale a pena a sua aquisição. Informações podem ser obtidas no site http://www.visitberlin.de/en/welcomecard.





Em uma das nossas primeiras voltas por Berlin, visitamos a Berliner Fernsehturm, que é a antena de televisão de Berlin. Para subir na antena pegamos um elevador que nos levou para uma plataforma que fica acerca de 204m de altura, de onde é possível ter uma visibilidade de até 42km (em dias limpos e claros) para todos os lados. Além disso, para quem tiver interesse, há um restaurante giratório na torre.

Tomamos um chimarrão em Berlin e pode ser vista a antena de televisão de Berlin ao fundo.


Outro lugar interessantíssimo em Berlin é o Reichstag, prédio da sede do parlamento alemão e de grande importância histórica. É possível fazer a visita no prédio até na cúpula e terraço, de onde é possível ter uma visão interessante da cidade. Para as visitas, que são gratuitas, é necessário um agendamento prévio, que pode ser feito conforme informações que constam no site http://www.bundestag.de/.


Muito próximo ao Reichtstag está o Brandenburger Tor (Portão de Brandenburgo) que é um símbolo da cidade de Berlin, por ser o único portão de entrada da cidade remanescente, dos seis que existiam. Ele está ao extremo de uma das principais avenidas da cidade, a Unter den Linden.

Em diversos lugares de Berlin é interessante observar a marcação de onde passava o Muro de Berlin e, em frente ao Portão de Brandenburgo é possível observar tal marcação.

Aliás, é muito interessante e intrigante pensar que a cidade esteve dividida por um muro. Assim, buscamos informações sobre o Muro e visitamos lugares relacionados a ele. Havia vários tipos de construção do muro. A maior extensão do Muro que ainda existe é conhecida como East Side Gallery, onde há diversas pinturas feitas em aproximadamente 1,4km de Muro que existe a margem do Rio Spree.


O Check Point Charlie é outro local interessante a ser visitado. O local era um posto militar entre a Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental. Há hoje em dia o Mauer Museum - Museum Haus am Checkpoint Charlie (http://www.mauermuseum.de/) onde há um material surpreendente sobre o tema.


Impossível deixar de mencionar que em Berlin tem um Museu do Ramones (http://www.ramonesmuseum.com).  É um lugar pequeno, que conta com uma cafeteria e que a pena ser visitado por qualquer fã de punk rock, pois conta com objetos da banda e dos músicos e muitas fotos.
 







Berlin é, portanto,
um lugar maravilhoso e com certeza deixará qualquer pessoa com vontade de voltar para mais uma cuia de chimarrão!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

...em Nova York



Depois de termos feito o visto para os EUA, conforme procedimento narrado no blog, organizamos a viagem para Nova York.

Nosso vôo partiu de Porto Alegre e teve escala apenas na Cidade do Panamá, o que foi muito interessante, pois a escala se deu mais ou menos na metade da viagem. Uma escala rápida, de aproximadamente uma hora, o que também foi bom, tempo suficiente pra passear no aeroporto, achar o novo portão (que no nosso caso foi o mesmo do desembarque) e dar uma esticadinha nas pernas.  Antes de embarcarmos no vôo na Cidade do Panamá para NY, foi armado um esquema de mesas em frente ao portão e todos os passageiros foram revistados, assim como seus pertences.

Chegando no aeroporto JFK, já nos EUA, tivemos uma passagem muito tranquila para entrada no país. Tínhamos a documentação toda correta (passaporte, vistos, passagens de retorno, reserva em hotel... e tudo mais o que pode ajudar a explicar o que veio fazer nos EUA) e explicamos ao atendente que estávamos para turismo. Claro que, como em todos os outros países em que estivemos, o atendente não queria acreditar que somos brasileiras e já descobriu na “cara” a nossa origem germânica. Tudo com muita simpatia, aliás, uma simpatia que não é muito fácil de encontrar em NY. Podemos dizer com orgulho que essa simpatia foi especial para nós, pois presenciamos atitudes um tanto rudes com outras pessoas. O próprio atendente que nos recebeu sorrindo e fazendo piadas, gritou grosseiramente e de maneira a intimidar o rapaz que era o próximo da fila, logo atrás de nós, pois ele havia ultrapassado a linha limite no chão. Enfim, suavemente nos olhou, sorriu, carimbou os passaportes e disse: divirtam-se e boas compras!


Já legalmente em território americano, tínhamos que chegar à cidade, pois o aeroporto fica afastado e para isso, já havíamos comprado, via internet, o transfer, que eles chamam de pick up (http://www.goairlinkshuttle.com/). Há várias opções para o transporte, desde limousines até ônibus coletivos e os preços nem são tão caros, acaba valendo a pena. Se a reserva foi feita anteriormente e já tiver o voucher impresso, é só apresentar para um dos atendentes que ficam num grande pórtico bem na porta da saída do desembarque internacional, que eles te orientam onde aguardar. É bom ter na ponta da língua o nome do hotel que vais se hospedar, pois esta é a única pergunta que irão lhe fazer, além de é claro, quantos passageiros são. Tudo certo, ganhamos uma senha, aguardamos uns 5 minutos talvez e já nos chamaram. Fomos encaminhadas para o furgão (aqueles clássicos americanos de espionagem em filmes – só que prata) e rumamos NYC.

Check in no hotel feito, malas no quarto e que as explorações comecem! A dica para quem vai andar por Manhattan sem saber se localizar é pegar um mapa (o do World Trade Center Memorial foi o melhor mapa que encontramos – e não temos mais, por ter ido por engano pro lixo no último dia) e ter uma bússola, para não errar o lado para onde precisa andar a cada saída do metro e ganhar tempo. De resto, é muito simples andar por Manhattan, pois as avenidas são numeradas de 1ª. a 12ª., do Rio East para o Rio Hudson e as ruas são numeradas de sul para norte.

Ponto turístico clássico em NY é a Estátua da Liberdade. É possível adquirir um passeio para acessar a ilha em que está a famosa estátua e a estátua (se ela não estiver em reforma) ou então fazer somente um passeio pelo ferryboat (http://www.siferry.com/) e chegar mais perto dela. Nesse caso, o transporte é gratuito. Interessante é pegar um lugar em uma janela ou mesmo bem na frente – e aproveitar que não tem os vidros para tirar fotos e ter uma visão interessante do lugar. Quando estiver em direção a Manhattan (na volta) é possível ter uma visão incrível dos prédios, aquela cena clássica dos filmes e postais.

É interessante ainda uma caminhada pelo centro financeiro da cidade, passando pelo famoso touro, pela bolsa de valores, pelo banco central de NYC, entre outros, que ficam bem próximo ao ponto do ferry, então dá pra aproveitar e fazer no mesmo dia.

A árvore com a cerquinha sobreviveu aos escombros dos
ataques ocorridos no 09-11-02 ao World Trade Center
Outro ponto muito visitado é o local onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center. Porém, para ser possível acessar o Memorial, é necessário fazer agendamento da visita com antecedência e pode ser feito no site http://www.911memorial.org/visit. Para retirar o ingresso, tem que ir até a loja de souvenirs do próprio Memorial, que fica a uma quadra mais ou menos e possui tipo uns caixas eletrônicos para impressão dos ingressos. É importante dizer que o valor do ingresso é uma doação, se assim o desejar, ou seja, não é necessário doar nada e o ingresso sai gratuito. No memorial, tem várias curiosidades que achamos interessantes, entre elas, que na entrada é distribuído, para quem tiver interesse e solicitar, uma espécie de pergaminho com um giz, para colocar sobre o nome de algum ente querido, por exemplo, e carimbar o relevo do nome no papel, já que o nome de todas as vítimas estão esculpidas no mármore que circunda as quedas d´água. É possível localizar os nomes das vítimas por pesquisa nos computadores que estão próximos. Também há uma única árvore que sobreviveu aos atentados e esta permanece preservada no local.

Joey Ramone Place
Quem está andando por NYC pode também visitar a JOEY RAMONE PLACE, que vem a ser a esquina da rua 2 leste (2nd E St) com a Bowery. Fica no mesmo quarteirão do famoso clube CBGB, onde diversas bandas do movimento punk norte-americano iniciaram suas carreiras na década de 70.

A cidade é muito bem servida de museus. Temos que dar destaque especial para dois, que nos surpreenderam, que são o Metropolitan (http://www.metmuseum.org/), que conta com um acervo variado e de grande quantidade de obras importantes e o Museu Americano de História Natural (http://www.amnh.org/). No Metropolitan cada pessoa doa o valor que quiser para acessar o museu.

Na cidade há diversos lugares para um bom chimarrão, mas nenhum lugar mais perfeito do que o Central Park. E foi lá que fomos fazer uma caminhada, tomando um chimarrão e registrando alguns momentos especiais da nossa estada pela Big Apple. Aliás, bem na esquina deste parque é que fica a tradicional loja da Apple e uma interessante loja de brinquedos FAO, aquela que tem aquele piano com as teclas no piso, do filme Quero Ser Grande para tocar sapateando.


O parque é lindo! Durante a caminhada surgiram pessoas vendendo mapas do parque, que são realmente necessários e mais uma vez, o preço é decidido pelo comprador, pois é uma doação. No parque há uma sala para atendimento aos visitantes e uma loja de souvenirs. Há diversas estradas, bancos, bebedouros, pontes e estátuas por todo o parque e também uma área só para crianças. Artistas se apresentam livremente por toda a parte. Há ainda a Strawberry Fields, área localizada em frente ao apartamento que morava John Lenon e que há homenagem ao Beattle – a esta altura do parque, vale a fugidinha até o outro lado da rua para ver, além do apartamento de John, uma quadra ao lado, o prédio do filme Ghostsbusters.



Ainda no parque, que foram necessários dois dias para percorrê-lo de todos os lados calmamente, é imperdível a cena clássica da ponte com os dois prédios atrás.

Não podemos deixar de mencionar que há diversos shows ocorrendo em NY e que valem a pena de ser assistidos. Ingressos podem ser adquiridos pelo site http://ppc.broadway.com/ ou mesmo na TKTS da Times Square.

Por falar em Times Square... é um lugar lindo e interessantíssimo! Vale a caminhada com todas as luzes piscando em cada um dos telões, a qualquer instante do dia. As lojas ficam abertas a noite. Portanto, pode fazer passeios culturais durante o dia e passear pelas lojas a noite, se tiver pique!
Não dá pra falar de NYC sem mencionar compras, então, algumas visitas comerciais que são imperdíveis: a M&M´s World, Hard Rock Café, Macy´s (reserve mais de um turno, em diferentes dias), Desigual, Footlocker, BeH. Aliás, não podemos deixar de prestar nossa homenagem ao Mosh, um vendedor gaúcho do Bom Fim, de Porto Alegre, que trabalha na BeH (http://www.bhphotovideo.com/), para quem entregamos o que não usamos da erva que levamos para a viagem! Ele atende num quiosque da Sony dentro da loja, que é a melhor loja de foto e video que já fomos! Vale a visita na loja, mesmo não tendo vontade de comprar!

E para quem realmente tem objetivo de fazer algumas comprinhas, não tenha dúvida, vale a pena a ida até algum outlet. A dica é levar alguma mala vazia junto e ir colocando nelas as comprinhas, ou ainda, se mala for um dos itens da sua lista de compras, vale a pena comprar nas lojas de outlet, sim.

Para tecidos, existe o fashion district, que é uma região cheio de lojas de roupas, vestidos, acessórios e tecidos. O detalhe é que essas lojas fecham cedo. Além disso, boas lojas estão, de certa forma, meio escondidas. A loja que escolhemos para tecidos, que tem para todas as ocasiões é a Mood (http://www.moodfabrics.com/), ela fica no terceiro piso de um prédio antigo com um elevador a manivela que mereceu até uma foto, mas realmente valeu a pena. A dica, para compra de roupas e tecidos, nos EUA em geral é levar uma fita métrica, que não ocupa espaço na bolsa e nem pesa e é capaz de ser a diferença entre acertar e errar o tamanho, primeiro porque o tamanho das roupas é totalmente diferente e segundo porque a medida padrão deles é feita em polegadas e jardas, assim, se levares a fita métrica, vai conseguir ter uma boa noção pelas tabelas de conversão, pelo menos pra nós foi extremamente útil

Impossível deixar de falar na arquitetura de NYC e em seus arranha-céus. As visitas no Rockefeller Center e no Empire State Building reservam uma vista sem igual! Nós optamos por visitar o Empire State Building a noite e o 

Rockefeller Center durante o dia. A escolha se deu em razão do Rockeffeler Center ficar mais próximo ao Central Park, o que achamos que seria interessante de ver durante o dia!

Enfim, vale a pena uma viagem para Nova York, pois é uma cidade que tem de tudo para oferecer! Fique pelo menos cinco dias na cidade e divirta-se!


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Visto de visitante para os EUA

Este post está baseado nas nossas experiências para obtenção do visto para visitante nos EUA.

Para encaminhar o visto para os EUA é necessário, inicialmente, ter seu passaporte. Esse passaporte deverá ser válido por pelo menos 6 meses antes da data da viagem.


De posse do seu passaporte, é necessário agendar o visto no site http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR.

A taxa para senha de agendamento do visto é de R$ 38,00 (trinta e oito reais) e poderá ser paga no Citibank, com cartão de crédito ou débito em conta.

A senha de agendamento do visto tem validade de 180 dias contados do pagamento. Se for necessário agendar uma nova entrevista, será necessário adquirir uma nova senha.

Com uma senha de agendamento, poderá ser agendada entrevista para até cinco pessoas da mesma família, devendo ser membros da família direto e residir no mesmo estado de residência do solicitante principal e ter o mesmo sobrenome.

 
Para ser possível o agendamento, serão feitas algumas perguntas para as quais é importante que o solicitante saiba qual o tipo de visto que pretende obter. Se o solicitante já teve algum visto anterior para os EUA é bem importante que esteja de posse do mesmo para preencher os dados corretamente.

Os vistos para visitante são do tipo B. Você poderá obter um visto tipo B1/B2 ou visto tipo B2. O visto B2 é para quem tem propósitos de fazer turismo nos EUA. Já o visto B1/B2 permite que você viaje aos Estados Unidos para turismo e negócios. “Se o propósito da sua viagem é realizar negócios, participar de cursos não-acadêmicos, convenções ou conferências científicas, educacionais, profissionais, encontrar com clientes ou parceiros de negócios, pesquisar tendências de moda, observar aspectos relacionados ao seu trabalho no seu país de origem, participar de congressos médicos ou em outras atividades similares, você vai precisar de um visto B1/B2” como esclarece no site de agendamento do visto.A entrevista para o visto pode ser agendada em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília ou Recife.

As datas para agendamento variam, abrindo novos horários, assim, é interessante que você monitore por um período o site para o agendamento de entrevistas até que disponibilize uma data e horário viável.

Após o agendamento da entrevista, novas providências serão necessárias.

Para cada pessoa que deseja obter o visto (mesmo que tenha agendado várias pessoas no mesmo horário) deverá ser paga uma taxa de U$140.00 (cento e quarenta dólares) para cada visto (cada pessoa). Essa taxa será paga em moeda corrente nacional (reais) em alguma agência do Citibank.

 Para que seja possível o pagamento da taxa, não precisa ser o próprio solicitante do visto que vá pagá-la, entretanto, a pessoa que vai até a agência deverá estar munida do passaporte e de documento de identidade do requerente do visto (ou de cada um dos requerentes).
 Você poderá verificar qual a agência mais acessível no site do Citibak, conforme link que segue: https://www.citibank.com.br/BRGCB/JPS/portal/loadPagePreLogin.do?path=/staticfiles/portuguese/labrgl/accounts/atendimento/agencias.htm.

Outro passo a ser realizado após o agendamento e antes da entrevista é o preenchimento do formulário DS-160 (https://ceac.state.gov/genniv/). Esse formulário está todo em inglês. Deverá ser preenchido e enviado até dois dias antes da data da entrevista. Cada requerente do visto deverá responder um questionário.

O formulário não precisa ser preenchido de uma só vez, pois pode ser salvo e resgatado várias vezes, até que esteja totalmente respondido.

Além disso, é necessário levar no dia da entrevista duas fotos 5cmX7cm, sendo que a foto deverá ter seu arquivo carregado quando preencher a entrevista. A foto não poderá ser digitalizada, devendo ser carregado o arquivo da mesma. As especificações da fotografia estão no site da própria embaixada http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/ivphoto.html.


Na hora de preencher o formulário DS-160 é importante que o requerente esteja de posse de seus documentos, bem como do seu visto anterior, se tiver um.


Tivemos dúvida para preencher o questionário sobre os dados do visto anterior, pois o passaporte que continha tais dados foi recolhido pela União quando da solicitação de um novo (tivemos somente um passaporte recolhido na Delegacia da Receita Federal de Santa Catarina em 2007, em todas as outras Delegacias que solicitamos novos passaportes os antigos foram cancelados e devolvidos para nós). Então enviamos um e-mail passando essa informação e a resposta foi para preenchermos com dados aproximados das datas da ultima viagem e solicitação do visto anterior.


Além disso, algumas respostas para dúvidas freqüentes ao preencher o DS-160 são solucionadas com informações do Consulado Geral dos Estados Unidos, as quais recebemos por e-mail e são aqui transcritas de modo a auxiliar quem estiver encaminhando seu visto.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O DS-160
1- Não conheço ninguém nos Estados Unidos. O que coloco na parte do formulário que pede contatos de lá?
Caso não conheça ninguém nos Estados Unidos, basta informar que não conhece ninguém. As respostas mais apropriadas nesse caso seriam "Not applicable" ou "I don't know anybody in the United States". Para prosseguir com o preenchimento do formulário, poderá colocar o seu nome ou do hotel onde pretende se hospedar, e prosseguir com o preenchimento. Se sua viagem é à negócios, informe também o endereço de onde acontecerá a reunião, conferência ou congresso.

2- Cometi um erro no preenchimento do formulário DS-160 e só vi depois que ele já havia sido enviado. O que faço?
O solicitante poderá refazer o formulário DS-160 com as informações corretas e imprimir nova página de confirmação de envio com código de barras.

3- O que coloco nos campos "Passport Book Number" e "Full Name in Native Alphabet"?
O passaporte brasileiro não tem um Passport Book Number, portanto esta informação não se aplica aos brasileiros. Nesse caso, o procedimento correto é preencher o campo com a frase "does not apply". A mesma resposta deve ser colocada no campo "Full Name in Native Alphabet", já que no Brasil utilizamos o alfabeto padrão.

4- No campo do formulário que pede o número do visto anterior, caso o solicitante tenha, devo colocar o número com 14 dígitos ou aquele com 8?
O número correto é aquele com 8 dígitos grafado em vermelho, localizado no final da página do visto. Caso não o tenha, poderá digitar "not available".

5- A página de confirmação tem um "X" na caixa onde a foto deve ficar. O que isso significa?
Significa que houve falha no upload da foto. Você terá de apresentar uma fotografia impressa conforme os requisitos descritos no site http://travel.state.gov/visa/guide/guide_3882.html <http://travel.state.gov/visa/guide/guide_3882.html> junto com a página de confirmação do DS-160 on-line. Não há necessidade em preencher um novo DS-160.
 
6- Meu visto foi roubado e não possuo o número do visto anterior. O que devo fazer?
Não se preocupe, informe a data aproximada de quando o visto foi requerido. Informe ao cônsul no dia da entrevista sobre o furto do visto anterior.

7- No formulário selecionei Brasília ao invés de São Paulo. Devo cancelar o agendamento ou enviar outro formulário?
Não cancele seu agendamento nem preencha outro formulário. Iremos fazer o download do formulário enviado à Brasilia.

8- Não consigo assinar e enviar o meu formulário. O que devo fazer?
Recomendamos que preencha um novo formulário DS-160 em outro computador ou utilize o navegador "Firefox" do Mozila ou "Google Chrome".

Após preenchido o formulário (um para cada solicitante), ele deverá ser enviado pelo portal. O requerente vai receber por e-mail o que deve ser impresso e levado no dia da entrevista.

Chegado o grande dia – da entrevista – nos dirigimos ao Consulado dos EUA aproximadamente às 9h30min. (nossa entrevista estava agendada para às 11h).

A entrada no portão é controlada e não adianta chegar muito cedo. É interessante chegar um pouco mais de uma hora antes do horário que está agendado. Somente pode adentrar o Consulado quem tem entrevista agendada. Deve ser apresentado o comprovante de agendamento da entrevista e o passaporte para entrar no Consulado.

Passamos então para a primeira fila, onde alguns funcionários ordenaram os documentos da forma que deveríamos levar até o final. Foi apresentado o formulário DS-160 impresso, a foto, o passaporte e o formulário de agendamento.

Papelada em ordem, aguardamos o momento de passar pelo detector de metais. No dia da entrevista não pode entrar com celular ou qualquer outro aparelho eletrônico. Além disso, não pode entrar com objetos pontiagudos. Não há armário para deixar os pertences na embaixada. Há um estabelecimento na frente do portão do Consulado que diz ter armários para guardar pertences por R$ 5,00 (cinco reais). Não utilizamos tal serviço, pois não levamos qualquer pertence com o qual não pudéssemos entrar.

Passamos então ao balcão para retirar a senha.

Havia uma fila das pessoas que já tinham senha logo que passamos o detector de metais. Atente para não parar sem senha na fila das pessoas que já retiram senha.

Para a retirada da senha deverão ser entregues os passaportes dos requerentes, juntamente com os papéis como organizado anteriormente por um funcionário, bem como qualquer passaporte anterior que contenha algum visto dos EUA.

São duas vias da senha, uma fica anexada aos documentos entregues e a outra fica conosco. Assim, pela leitura de código de barras, vão sendo chamadas.

Quem recebe uma senha comum vai para a fila aguardar a preentrevista. Nós fomos passados para o guichê 1, sem passar pela fila. Não sabemos exatamente a razão, mas agendamos entrevista para quatro familiares no mesmo horário, tendo uma pessoa com mais de 60 anos.

Na preentrevista somente serão entregues os passaportes para o atendente.

Depois é necessário aguardar o momento para fazer as digitais em um próximo guichê. Para tanto, é necessário aguardar a chamada pelo telão.

Nesse guichê serão colhidas as digitais dos dez dedos e devolvidos os passaportes.

Feito isso, fomos orientados a seguir para a “fila azul” para aguardar a entrevista. Nesse momento é feito o atendimento por ordem de chegada na fila, não sendo mais utilizada a senha.

Assim que chamados ao guichê da entrevista nos foram solicitados os passaportes (da mesma forma que nos foram entregues, com uma ligueta juntando todos os passaportes dos familiares entrevistados). Na ordem em que estávamos diante do entrevistador, fomos ouvidos. A todos a pergunta inicial foi a mesma: em que trabalha? Por fim, vieram indagações sobre o a razão de ir aos EUA e para onde ir nos EUA. Ainda fomos questionados se haviam mais membros familiares que não estavam ali e onde essa pessoa estava.

Não nos foi solicitada nenhuma documentação. Entretanto, sabemos que é importante levar documentos que sirvam para comprovar que não há interesse em permanecer nos EUA, demonstrar os vínculos no Brasil e condições financeiras de ir e voltar. Podemos sugerir levar comprovantes de imóveis, carros e outros bens, levar a Declaração da Renda, extratos bancários, carteira de trabalho ou contrato social.

Por fim, recolhemos a taxa de correio para envio dos passaportes.

Dentro do prazo recebemos os passaportes em casa com visto tipo B1/B2 para todos por 10 anos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

...no trabalho/...at work

À bordo do navio/Onboard the wessel
Por aí afora é clássico um cafezinho durante o trabalho... sem qualquer constrangimento. O mesmo ocorre com o chimarrão aqui no sul (a menos que haja alguma motivação especial para a empresa colocar algum regramento que não pode se tomar chimarrão no trabalho)... Nos escritórios, nas lojas, no salão de beleza, na locadora, na lan house, etc. sempre há uma cuia e uma térmica de água quente para se tomar um bom chimarrão.
Out there is classic to find a cup coffee at work ... without any embarrassment. The same happens with the chimarrão here in the south of Brazil (unless there is some special motivation for the company to put some rules that can not be taken chimarrão at work) ... In offices, stores, beauty salon, at the video rental stores, in lan house, etc.. there is always a gourd and a thermos of hot water to have a good chimarrão.

Para quem é aqui do sul, isso que estamos falando é a coisa mais óbvia do mundo. Todavia, com a divulgação do blog e em conversas com pessoal sobre o chimarrão, ficamos sabendo que quem não está habituado ao chimarrão acha isso muito estranho, por vezes até como se fosse um desleixo, um motivo para desviar a atenção do trabalho.
For the people from the south, what we've been saying is the most obvious thing in the world. However, with the release of the blog and in conversations with other people about the chimarrão, we learned that those who are not used to chimarrão finds it very funny, sometimes like a slouch, a reason to divert attention from work.

O chimarrão é um hábito que pode ser cultivado a qualquer hora, conforme a vontade do chimarreiro!
The chimarrão is a habit that can be cultivated at any time according to the will of the chimarreiro (person who drinks chimarrão)!

Há pessoas que gostam do chimarrão pela manhã cedinho, outras depois do almoço, outras antes da noite... e há quem goste em todos os momentos tendo sempre um chimarrão por perto, inclusive no trabalho.
Some people like the chimarrão in the early morning others after lunch or at the dusk... and some people like it at all times always having a chimarrão around as well at work.

Foi a trabalho que exportamos nosso chimarrão pela primeira vez e é o trabalho que, de certa forma, continua nos proporcionando gozar do prazer de viajar.
It was due to the work that we export our chimarrão for the first time and it is the work that, somehow, still provide us to enjoy the pleasure of traveling.

O chimarrão faz parte de todo o processo, trabalhamos e viajamos com ele. Nada mais justo que registrar os flagras de todos os “trabalhadores chimarreiros” que vemos por aí compartilhando essa tradição/paixão nos mais diversos lugares, não se restringindo apenas ao Rio Grande do Sul.
The mate is part of the whole process, we work and travel with it. Seems fair to record all busted "workers chimarreiros" that we see out there sharing this tradition / passion in many different places not restricted just to the Rio Grande do Sul.

Tire sua foto trabalhando com o chima, conte sua história e mande para postarmos aqui.
Take your photo working and drinking chimarrão, tell us your story and have it posted here.

Expovale 2010 - Lajeado - Pavilhão 4
Pessoal fazendo voluntariado - VIDA URGENTE
Expovale 2010 - Lajeado - Pavilhão 2