O chimarrão, em uma explicação bem simples, é uma bebida típica (mas não exclusiva) da cultura do Rio Grande do Sul. É servido em uma cuia, com erva-mate moída e uma bomba, além de água quente.

The chimarrão, in a pretty simple explanation, is a typical drink (but not exclusively) of the culture of Rio Grande do Sul served in a gourd/bowl called cuia with chopped mate herb and pipe called bomba, besides hot water.



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

...em Berlin

Berlin é um lugar incrível!

Berlin é uma cidade que conjuga as marcas da Guerra com a modernidade de uma forma supreendente. Conjuga o antigo e o novo de uma maneira que nos deixou encantadas.

Nossa chegada em Berlin foi pela Ostbahnhof. Essa estação do metro é uma das principais estações de Berlin. Nosso hotel ficava praticamente em frente a estação, o que foi muito bom, pois facilitava a nossa locomoção.

Adquirimos o Berlin Card já na estação do metrô. Ele nos permitia transitar por Berlin e nos conferia desconto em diversas atrações da cidade. É importante que cada um verifique o tipo de Berlin Card que mais se enquadra à viagem que vai fazer e se vale a pena a sua aquisição. Informações podem ser obtidas no site http://www.visitberlin.de/en/welcomecard.





Em uma das nossas primeiras voltas por Berlin, visitamos a Berliner Fernsehturm, que é a antena de televisão de Berlin. Para subir na antena pegamos um elevador que nos levou para uma plataforma que fica acerca de 204m de altura, de onde é possível ter uma visibilidade de até 42km (em dias limpos e claros) para todos os lados. Além disso, para quem tiver interesse, há um restaurante giratório na torre.

Tomamos um chimarrão em Berlin e pode ser vista a antena de televisão de Berlin ao fundo.


Outro lugar interessantíssimo em Berlin é o Reichstag, prédio da sede do parlamento alemão e de grande importância histórica. É possível fazer a visita no prédio até na cúpula e terraço, de onde é possível ter uma visão interessante da cidade. Para as visitas, que são gratuitas, é necessário um agendamento prévio, que pode ser feito conforme informações que constam no site http://www.bundestag.de/.


Muito próximo ao Reichtstag está o Brandenburger Tor (Portão de Brandenburgo) que é um símbolo da cidade de Berlin, por ser o único portão de entrada da cidade remanescente, dos seis que existiam. Ele está ao extremo de uma das principais avenidas da cidade, a Unter den Linden.

Em diversos lugares de Berlin é interessante observar a marcação de onde passava o Muro de Berlin e, em frente ao Portão de Brandenburgo é possível observar tal marcação.

Aliás, é muito interessante e intrigante pensar que a cidade esteve dividida por um muro. Assim, buscamos informações sobre o Muro e visitamos lugares relacionados a ele. Havia vários tipos de construção do muro. A maior extensão do Muro que ainda existe é conhecida como East Side Gallery, onde há diversas pinturas feitas em aproximadamente 1,4km de Muro que existe a margem do Rio Spree.


O Check Point Charlie é outro local interessante a ser visitado. O local era um posto militar entre a Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental. Há hoje em dia o Mauer Museum - Museum Haus am Checkpoint Charlie (http://www.mauermuseum.de/) onde há um material surpreendente sobre o tema.


Impossível deixar de mencionar que em Berlin tem um Museu do Ramones (http://www.ramonesmuseum.com).  É um lugar pequeno, que conta com uma cafeteria e que a pena ser visitado por qualquer fã de punk rock, pois conta com objetos da banda e dos músicos e muitas fotos.
 







Berlin é, portanto,
um lugar maravilhoso e com certeza deixará qualquer pessoa com vontade de voltar para mais uma cuia de chimarrão!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

...em Nova York



Depois de termos feito o visto para os EUA, conforme procedimento narrado no blog, organizamos a viagem para Nova York.

Nosso vôo partiu de Porto Alegre e teve escala apenas na Cidade do Panamá, o que foi muito interessante, pois a escala se deu mais ou menos na metade da viagem. Uma escala rápida, de aproximadamente uma hora, o que também foi bom, tempo suficiente pra passear no aeroporto, achar o novo portão (que no nosso caso foi o mesmo do desembarque) e dar uma esticadinha nas pernas.  Antes de embarcarmos no vôo na Cidade do Panamá para NY, foi armado um esquema de mesas em frente ao portão e todos os passageiros foram revistados, assim como seus pertences.

Chegando no aeroporto JFK, já nos EUA, tivemos uma passagem muito tranquila para entrada no país. Tínhamos a documentação toda correta (passaporte, vistos, passagens de retorno, reserva em hotel... e tudo mais o que pode ajudar a explicar o que veio fazer nos EUA) e explicamos ao atendente que estávamos para turismo. Claro que, como em todos os outros países em que estivemos, o atendente não queria acreditar que somos brasileiras e já descobriu na “cara” a nossa origem germânica. Tudo com muita simpatia, aliás, uma simpatia que não é muito fácil de encontrar em NY. Podemos dizer com orgulho que essa simpatia foi especial para nós, pois presenciamos atitudes um tanto rudes com outras pessoas. O próprio atendente que nos recebeu sorrindo e fazendo piadas, gritou grosseiramente e de maneira a intimidar o rapaz que era o próximo da fila, logo atrás de nós, pois ele havia ultrapassado a linha limite no chão. Enfim, suavemente nos olhou, sorriu, carimbou os passaportes e disse: divirtam-se e boas compras!


Já legalmente em território americano, tínhamos que chegar à cidade, pois o aeroporto fica afastado e para isso, já havíamos comprado, via internet, o transfer, que eles chamam de pick up (http://www.goairlinkshuttle.com/). Há várias opções para o transporte, desde limousines até ônibus coletivos e os preços nem são tão caros, acaba valendo a pena. Se a reserva foi feita anteriormente e já tiver o voucher impresso, é só apresentar para um dos atendentes que ficam num grande pórtico bem na porta da saída do desembarque internacional, que eles te orientam onde aguardar. É bom ter na ponta da língua o nome do hotel que vais se hospedar, pois esta é a única pergunta que irão lhe fazer, além de é claro, quantos passageiros são. Tudo certo, ganhamos uma senha, aguardamos uns 5 minutos talvez e já nos chamaram. Fomos encaminhadas para o furgão (aqueles clássicos americanos de espionagem em filmes – só que prata) e rumamos NYC.

Check in no hotel feito, malas no quarto e que as explorações comecem! A dica para quem vai andar por Manhattan sem saber se localizar é pegar um mapa (o do World Trade Center Memorial foi o melhor mapa que encontramos – e não temos mais, por ter ido por engano pro lixo no último dia) e ter uma bússola, para não errar o lado para onde precisa andar a cada saída do metro e ganhar tempo. De resto, é muito simples andar por Manhattan, pois as avenidas são numeradas de 1ª. a 12ª., do Rio East para o Rio Hudson e as ruas são numeradas de sul para norte.

Ponto turístico clássico em NY é a Estátua da Liberdade. É possível adquirir um passeio para acessar a ilha em que está a famosa estátua e a estátua (se ela não estiver em reforma) ou então fazer somente um passeio pelo ferryboat (http://www.siferry.com/) e chegar mais perto dela. Nesse caso, o transporte é gratuito. Interessante é pegar um lugar em uma janela ou mesmo bem na frente – e aproveitar que não tem os vidros para tirar fotos e ter uma visão interessante do lugar. Quando estiver em direção a Manhattan (na volta) é possível ter uma visão incrível dos prédios, aquela cena clássica dos filmes e postais.

É interessante ainda uma caminhada pelo centro financeiro da cidade, passando pelo famoso touro, pela bolsa de valores, pelo banco central de NYC, entre outros, que ficam bem próximo ao ponto do ferry, então dá pra aproveitar e fazer no mesmo dia.

A árvore com a cerquinha sobreviveu aos escombros dos
ataques ocorridos no 09-11-02 ao World Trade Center
Outro ponto muito visitado é o local onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center. Porém, para ser possível acessar o Memorial, é necessário fazer agendamento da visita com antecedência e pode ser feito no site http://www.911memorial.org/visit. Para retirar o ingresso, tem que ir até a loja de souvenirs do próprio Memorial, que fica a uma quadra mais ou menos e possui tipo uns caixas eletrônicos para impressão dos ingressos. É importante dizer que o valor do ingresso é uma doação, se assim o desejar, ou seja, não é necessário doar nada e o ingresso sai gratuito. No memorial, tem várias curiosidades que achamos interessantes, entre elas, que na entrada é distribuído, para quem tiver interesse e solicitar, uma espécie de pergaminho com um giz, para colocar sobre o nome de algum ente querido, por exemplo, e carimbar o relevo do nome no papel, já que o nome de todas as vítimas estão esculpidas no mármore que circunda as quedas d´água. É possível localizar os nomes das vítimas por pesquisa nos computadores que estão próximos. Também há uma única árvore que sobreviveu aos atentados e esta permanece preservada no local.

Joey Ramone Place
Quem está andando por NYC pode também visitar a JOEY RAMONE PLACE, que vem a ser a esquina da rua 2 leste (2nd E St) com a Bowery. Fica no mesmo quarteirão do famoso clube CBGB, onde diversas bandas do movimento punk norte-americano iniciaram suas carreiras na década de 70.

A cidade é muito bem servida de museus. Temos que dar destaque especial para dois, que nos surpreenderam, que são o Metropolitan (http://www.metmuseum.org/), que conta com um acervo variado e de grande quantidade de obras importantes e o Museu Americano de História Natural (http://www.amnh.org/). No Metropolitan cada pessoa doa o valor que quiser para acessar o museu.

Na cidade há diversos lugares para um bom chimarrão, mas nenhum lugar mais perfeito do que o Central Park. E foi lá que fomos fazer uma caminhada, tomando um chimarrão e registrando alguns momentos especiais da nossa estada pela Big Apple. Aliás, bem na esquina deste parque é que fica a tradicional loja da Apple e uma interessante loja de brinquedos FAO, aquela que tem aquele piano com as teclas no piso, do filme Quero Ser Grande para tocar sapateando.


O parque é lindo! Durante a caminhada surgiram pessoas vendendo mapas do parque, que são realmente necessários e mais uma vez, o preço é decidido pelo comprador, pois é uma doação. No parque há uma sala para atendimento aos visitantes e uma loja de souvenirs. Há diversas estradas, bancos, bebedouros, pontes e estátuas por todo o parque e também uma área só para crianças. Artistas se apresentam livremente por toda a parte. Há ainda a Strawberry Fields, área localizada em frente ao apartamento que morava John Lenon e que há homenagem ao Beattle – a esta altura do parque, vale a fugidinha até o outro lado da rua para ver, além do apartamento de John, uma quadra ao lado, o prédio do filme Ghostsbusters.



Ainda no parque, que foram necessários dois dias para percorrê-lo de todos os lados calmamente, é imperdível a cena clássica da ponte com os dois prédios atrás.

Não podemos deixar de mencionar que há diversos shows ocorrendo em NY e que valem a pena de ser assistidos. Ingressos podem ser adquiridos pelo site http://ppc.broadway.com/ ou mesmo na TKTS da Times Square.

Por falar em Times Square... é um lugar lindo e interessantíssimo! Vale a caminhada com todas as luzes piscando em cada um dos telões, a qualquer instante do dia. As lojas ficam abertas a noite. Portanto, pode fazer passeios culturais durante o dia e passear pelas lojas a noite, se tiver pique!
Não dá pra falar de NYC sem mencionar compras, então, algumas visitas comerciais que são imperdíveis: a M&M´s World, Hard Rock Café, Macy´s (reserve mais de um turno, em diferentes dias), Desigual, Footlocker, BeH. Aliás, não podemos deixar de prestar nossa homenagem ao Mosh, um vendedor gaúcho do Bom Fim, de Porto Alegre, que trabalha na BeH (http://www.bhphotovideo.com/), para quem entregamos o que não usamos da erva que levamos para a viagem! Ele atende num quiosque da Sony dentro da loja, que é a melhor loja de foto e video que já fomos! Vale a visita na loja, mesmo não tendo vontade de comprar!

E para quem realmente tem objetivo de fazer algumas comprinhas, não tenha dúvida, vale a pena a ida até algum outlet. A dica é levar alguma mala vazia junto e ir colocando nelas as comprinhas, ou ainda, se mala for um dos itens da sua lista de compras, vale a pena comprar nas lojas de outlet, sim.

Para tecidos, existe o fashion district, que é uma região cheio de lojas de roupas, vestidos, acessórios e tecidos. O detalhe é que essas lojas fecham cedo. Além disso, boas lojas estão, de certa forma, meio escondidas. A loja que escolhemos para tecidos, que tem para todas as ocasiões é a Mood (http://www.moodfabrics.com/), ela fica no terceiro piso de um prédio antigo com um elevador a manivela que mereceu até uma foto, mas realmente valeu a pena. A dica, para compra de roupas e tecidos, nos EUA em geral é levar uma fita métrica, que não ocupa espaço na bolsa e nem pesa e é capaz de ser a diferença entre acertar e errar o tamanho, primeiro porque o tamanho das roupas é totalmente diferente e segundo porque a medida padrão deles é feita em polegadas e jardas, assim, se levares a fita métrica, vai conseguir ter uma boa noção pelas tabelas de conversão, pelo menos pra nós foi extremamente útil

Impossível deixar de falar na arquitetura de NYC e em seus arranha-céus. As visitas no Rockefeller Center e no Empire State Building reservam uma vista sem igual! Nós optamos por visitar o Empire State Building a noite e o 

Rockefeller Center durante o dia. A escolha se deu em razão do Rockeffeler Center ficar mais próximo ao Central Park, o que achamos que seria interessante de ver durante o dia!

Enfim, vale a pena uma viagem para Nova York, pois é uma cidade que tem de tudo para oferecer! Fique pelo menos cinco dias na cidade e divirta-se!


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Visto de visitante para os EUA

Este post está baseado nas nossas experiências para obtenção do visto para visitante nos EUA.

Para encaminhar o visto para os EUA é necessário, inicialmente, ter seu passaporte. Esse passaporte deverá ser válido por pelo menos 6 meses antes da data da viagem.


De posse do seu passaporte, é necessário agendar o visto no site http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR.

A taxa para senha de agendamento do visto é de R$ 38,00 (trinta e oito reais) e poderá ser paga no Citibank, com cartão de crédito ou débito em conta.

A senha de agendamento do visto tem validade de 180 dias contados do pagamento. Se for necessário agendar uma nova entrevista, será necessário adquirir uma nova senha.

Com uma senha de agendamento, poderá ser agendada entrevista para até cinco pessoas da mesma família, devendo ser membros da família direto e residir no mesmo estado de residência do solicitante principal e ter o mesmo sobrenome.

 
Para ser possível o agendamento, serão feitas algumas perguntas para as quais é importante que o solicitante saiba qual o tipo de visto que pretende obter. Se o solicitante já teve algum visto anterior para os EUA é bem importante que esteja de posse do mesmo para preencher os dados corretamente.

Os vistos para visitante são do tipo B. Você poderá obter um visto tipo B1/B2 ou visto tipo B2. O visto B2 é para quem tem propósitos de fazer turismo nos EUA. Já o visto B1/B2 permite que você viaje aos Estados Unidos para turismo e negócios. “Se o propósito da sua viagem é realizar negócios, participar de cursos não-acadêmicos, convenções ou conferências científicas, educacionais, profissionais, encontrar com clientes ou parceiros de negócios, pesquisar tendências de moda, observar aspectos relacionados ao seu trabalho no seu país de origem, participar de congressos médicos ou em outras atividades similares, você vai precisar de um visto B1/B2” como esclarece no site de agendamento do visto.A entrevista para o visto pode ser agendada em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília ou Recife.

As datas para agendamento variam, abrindo novos horários, assim, é interessante que você monitore por um período o site para o agendamento de entrevistas até que disponibilize uma data e horário viável.

Após o agendamento da entrevista, novas providências serão necessárias.

Para cada pessoa que deseja obter o visto (mesmo que tenha agendado várias pessoas no mesmo horário) deverá ser paga uma taxa de U$140.00 (cento e quarenta dólares) para cada visto (cada pessoa). Essa taxa será paga em moeda corrente nacional (reais) em alguma agência do Citibank.

 Para que seja possível o pagamento da taxa, não precisa ser o próprio solicitante do visto que vá pagá-la, entretanto, a pessoa que vai até a agência deverá estar munida do passaporte e de documento de identidade do requerente do visto (ou de cada um dos requerentes).
 Você poderá verificar qual a agência mais acessível no site do Citibak, conforme link que segue: https://www.citibank.com.br/BRGCB/JPS/portal/loadPagePreLogin.do?path=/staticfiles/portuguese/labrgl/accounts/atendimento/agencias.htm.

Outro passo a ser realizado após o agendamento e antes da entrevista é o preenchimento do formulário DS-160 (https://ceac.state.gov/genniv/). Esse formulário está todo em inglês. Deverá ser preenchido e enviado até dois dias antes da data da entrevista. Cada requerente do visto deverá responder um questionário.

O formulário não precisa ser preenchido de uma só vez, pois pode ser salvo e resgatado várias vezes, até que esteja totalmente respondido.

Além disso, é necessário levar no dia da entrevista duas fotos 5cmX7cm, sendo que a foto deverá ter seu arquivo carregado quando preencher a entrevista. A foto não poderá ser digitalizada, devendo ser carregado o arquivo da mesma. As especificações da fotografia estão no site da própria embaixada http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/ivphoto.html.


Na hora de preencher o formulário DS-160 é importante que o requerente esteja de posse de seus documentos, bem como do seu visto anterior, se tiver um.


Tivemos dúvida para preencher o questionário sobre os dados do visto anterior, pois o passaporte que continha tais dados foi recolhido pela União quando da solicitação de um novo (tivemos somente um passaporte recolhido na Delegacia da Receita Federal de Santa Catarina em 2007, em todas as outras Delegacias que solicitamos novos passaportes os antigos foram cancelados e devolvidos para nós). Então enviamos um e-mail passando essa informação e a resposta foi para preenchermos com dados aproximados das datas da ultima viagem e solicitação do visto anterior.


Além disso, algumas respostas para dúvidas freqüentes ao preencher o DS-160 são solucionadas com informações do Consulado Geral dos Estados Unidos, as quais recebemos por e-mail e são aqui transcritas de modo a auxiliar quem estiver encaminhando seu visto.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O DS-160
1- Não conheço ninguém nos Estados Unidos. O que coloco na parte do formulário que pede contatos de lá?
Caso não conheça ninguém nos Estados Unidos, basta informar que não conhece ninguém. As respostas mais apropriadas nesse caso seriam "Not applicable" ou "I don't know anybody in the United States". Para prosseguir com o preenchimento do formulário, poderá colocar o seu nome ou do hotel onde pretende se hospedar, e prosseguir com o preenchimento. Se sua viagem é à negócios, informe também o endereço de onde acontecerá a reunião, conferência ou congresso.

2- Cometi um erro no preenchimento do formulário DS-160 e só vi depois que ele já havia sido enviado. O que faço?
O solicitante poderá refazer o formulário DS-160 com as informações corretas e imprimir nova página de confirmação de envio com código de barras.

3- O que coloco nos campos "Passport Book Number" e "Full Name in Native Alphabet"?
O passaporte brasileiro não tem um Passport Book Number, portanto esta informação não se aplica aos brasileiros. Nesse caso, o procedimento correto é preencher o campo com a frase "does not apply". A mesma resposta deve ser colocada no campo "Full Name in Native Alphabet", já que no Brasil utilizamos o alfabeto padrão.

4- No campo do formulário que pede o número do visto anterior, caso o solicitante tenha, devo colocar o número com 14 dígitos ou aquele com 8?
O número correto é aquele com 8 dígitos grafado em vermelho, localizado no final da página do visto. Caso não o tenha, poderá digitar "not available".

5- A página de confirmação tem um "X" na caixa onde a foto deve ficar. O que isso significa?
Significa que houve falha no upload da foto. Você terá de apresentar uma fotografia impressa conforme os requisitos descritos no site http://travel.state.gov/visa/guide/guide_3882.html <http://travel.state.gov/visa/guide/guide_3882.html> junto com a página de confirmação do DS-160 on-line. Não há necessidade em preencher um novo DS-160.
 
6- Meu visto foi roubado e não possuo o número do visto anterior. O que devo fazer?
Não se preocupe, informe a data aproximada de quando o visto foi requerido. Informe ao cônsul no dia da entrevista sobre o furto do visto anterior.

7- No formulário selecionei Brasília ao invés de São Paulo. Devo cancelar o agendamento ou enviar outro formulário?
Não cancele seu agendamento nem preencha outro formulário. Iremos fazer o download do formulário enviado à Brasilia.

8- Não consigo assinar e enviar o meu formulário. O que devo fazer?
Recomendamos que preencha um novo formulário DS-160 em outro computador ou utilize o navegador "Firefox" do Mozila ou "Google Chrome".

Após preenchido o formulário (um para cada solicitante), ele deverá ser enviado pelo portal. O requerente vai receber por e-mail o que deve ser impresso e levado no dia da entrevista.

Chegado o grande dia – da entrevista – nos dirigimos ao Consulado dos EUA aproximadamente às 9h30min. (nossa entrevista estava agendada para às 11h).

A entrada no portão é controlada e não adianta chegar muito cedo. É interessante chegar um pouco mais de uma hora antes do horário que está agendado. Somente pode adentrar o Consulado quem tem entrevista agendada. Deve ser apresentado o comprovante de agendamento da entrevista e o passaporte para entrar no Consulado.

Passamos então para a primeira fila, onde alguns funcionários ordenaram os documentos da forma que deveríamos levar até o final. Foi apresentado o formulário DS-160 impresso, a foto, o passaporte e o formulário de agendamento.

Papelada em ordem, aguardamos o momento de passar pelo detector de metais. No dia da entrevista não pode entrar com celular ou qualquer outro aparelho eletrônico. Além disso, não pode entrar com objetos pontiagudos. Não há armário para deixar os pertences na embaixada. Há um estabelecimento na frente do portão do Consulado que diz ter armários para guardar pertences por R$ 5,00 (cinco reais). Não utilizamos tal serviço, pois não levamos qualquer pertence com o qual não pudéssemos entrar.

Passamos então ao balcão para retirar a senha.

Havia uma fila das pessoas que já tinham senha logo que passamos o detector de metais. Atente para não parar sem senha na fila das pessoas que já retiram senha.

Para a retirada da senha deverão ser entregues os passaportes dos requerentes, juntamente com os papéis como organizado anteriormente por um funcionário, bem como qualquer passaporte anterior que contenha algum visto dos EUA.

São duas vias da senha, uma fica anexada aos documentos entregues e a outra fica conosco. Assim, pela leitura de código de barras, vão sendo chamadas.

Quem recebe uma senha comum vai para a fila aguardar a preentrevista. Nós fomos passados para o guichê 1, sem passar pela fila. Não sabemos exatamente a razão, mas agendamos entrevista para quatro familiares no mesmo horário, tendo uma pessoa com mais de 60 anos.

Na preentrevista somente serão entregues os passaportes para o atendente.

Depois é necessário aguardar o momento para fazer as digitais em um próximo guichê. Para tanto, é necessário aguardar a chamada pelo telão.

Nesse guichê serão colhidas as digitais dos dez dedos e devolvidos os passaportes.

Feito isso, fomos orientados a seguir para a “fila azul” para aguardar a entrevista. Nesse momento é feito o atendimento por ordem de chegada na fila, não sendo mais utilizada a senha.

Assim que chamados ao guichê da entrevista nos foram solicitados os passaportes (da mesma forma que nos foram entregues, com uma ligueta juntando todos os passaportes dos familiares entrevistados). Na ordem em que estávamos diante do entrevistador, fomos ouvidos. A todos a pergunta inicial foi a mesma: em que trabalha? Por fim, vieram indagações sobre o a razão de ir aos EUA e para onde ir nos EUA. Ainda fomos questionados se haviam mais membros familiares que não estavam ali e onde essa pessoa estava.

Não nos foi solicitada nenhuma documentação. Entretanto, sabemos que é importante levar documentos que sirvam para comprovar que não há interesse em permanecer nos EUA, demonstrar os vínculos no Brasil e condições financeiras de ir e voltar. Podemos sugerir levar comprovantes de imóveis, carros e outros bens, levar a Declaração da Renda, extratos bancários, carteira de trabalho ou contrato social.

Por fim, recolhemos a taxa de correio para envio dos passaportes.

Dentro do prazo recebemos os passaportes em casa com visto tipo B1/B2 para todos por 10 anos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

...no trabalho/...at work

À bordo do navio/Onboard the wessel
Por aí afora é clássico um cafezinho durante o trabalho... sem qualquer constrangimento. O mesmo ocorre com o chimarrão aqui no sul (a menos que haja alguma motivação especial para a empresa colocar algum regramento que não pode se tomar chimarrão no trabalho)... Nos escritórios, nas lojas, no salão de beleza, na locadora, na lan house, etc. sempre há uma cuia e uma térmica de água quente para se tomar um bom chimarrão.
Out there is classic to find a cup coffee at work ... without any embarrassment. The same happens with the chimarrão here in the south of Brazil (unless there is some special motivation for the company to put some rules that can not be taken chimarrão at work) ... In offices, stores, beauty salon, at the video rental stores, in lan house, etc.. there is always a gourd and a thermos of hot water to have a good chimarrão.

Para quem é aqui do sul, isso que estamos falando é a coisa mais óbvia do mundo. Todavia, com a divulgação do blog e em conversas com pessoal sobre o chimarrão, ficamos sabendo que quem não está habituado ao chimarrão acha isso muito estranho, por vezes até como se fosse um desleixo, um motivo para desviar a atenção do trabalho.
For the people from the south, what we've been saying is the most obvious thing in the world. However, with the release of the blog and in conversations with other people about the chimarrão, we learned that those who are not used to chimarrão finds it very funny, sometimes like a slouch, a reason to divert attention from work.

O chimarrão é um hábito que pode ser cultivado a qualquer hora, conforme a vontade do chimarreiro!
The chimarrão is a habit that can be cultivated at any time according to the will of the chimarreiro (person who drinks chimarrão)!

Há pessoas que gostam do chimarrão pela manhã cedinho, outras depois do almoço, outras antes da noite... e há quem goste em todos os momentos tendo sempre um chimarrão por perto, inclusive no trabalho.
Some people like the chimarrão in the early morning others after lunch or at the dusk... and some people like it at all times always having a chimarrão around as well at work.

Foi a trabalho que exportamos nosso chimarrão pela primeira vez e é o trabalho que, de certa forma, continua nos proporcionando gozar do prazer de viajar.
It was due to the work that we export our chimarrão for the first time and it is the work that, somehow, still provide us to enjoy the pleasure of traveling.

O chimarrão faz parte de todo o processo, trabalhamos e viajamos com ele. Nada mais justo que registrar os flagras de todos os “trabalhadores chimarreiros” que vemos por aí compartilhando essa tradição/paixão nos mais diversos lugares, não se restringindo apenas ao Rio Grande do Sul.
The mate is part of the whole process, we work and travel with it. Seems fair to record all busted "workers chimarreiros" that we see out there sharing this tradition / passion in many different places not restricted just to the Rio Grande do Sul.

Tire sua foto trabalhando com o chima, conte sua história e mande para postarmos aqui.
Take your photo working and drinking chimarrão, tell us your story and have it posted here.

Expovale 2010 - Lajeado - Pavilhão 4
Pessoal fazendo voluntariado - VIDA URGENTE
Expovale 2010 - Lajeado - Pavilhão 2

domingo, 31 de outubro de 2010

Tributação de bens trazidos do exterior com viajante (quotas de isenção)

Na programação de qualquer viagem, precisamos saber algumas informações quanto às bagagens, quotas, etc... sendo assim, estamos trazendo algumas noções sobre as regras que tratam das bagagens de viajantes que podem ser úteis.

O post não tem a pretensão de esgotar o tema, e sim de alertar o viajante para algumas regras, as quais sofreram alterações que passaram a vigorar a partir de 1º. de outubro de 2010.

As informações foram extraídas do site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br):

Inicialmente, temos que dizer que para não pagar impostos na chegada ao país, o viajante deverá respeitar alguns limites de valor (quota de isenção) e limites de quantidade, correspondentes à via de transporte utilizada.

Independem desses critérios e estão livres de impostos livros, folhetos, periódicos, bens de uso ou consumo pessoal do viajante (incluem apenas roupas, calçados, óculos, um relógio usado, uma máquina fotográfica usada, um telefone celular usado) e bens nacionais ou nacionalizados3 que estejam retornando ao país.

Não podem ser trazidos ao Brasil como bagagem acompanhada bens como bagagem veículos automotores em geral, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, motores para embarcação, motos aquáticas e similares, casas rodantes (motor homes), aeronaves e embarcações de todo tipo; e partes e peças destes bens.

O viajante procedente do exterior que não ultrapassar nenhum limite quantitativo, tem direito à isenção para bens trazidos em sua bagagem acompanhada, até o valor de US$ 500,00 (quinhentos dólares) quando ingressar por via aérea ou marítima ou de US$ 300,00 (trezentos dólares) quando ingressar por via terrestre, fluvial ou lacustre.

O valor dos bens adquiridos no exterior é o que consta na fatura ou documento equivalente, razão pela qual interessante trazermos todos os documentos. Em caso de não apresentação deste documento, serão utilizados catálogos, listas de preços ou outros indicadores de valor.

Ainda, para ter direito à isenção de impostos para bens adquiridos no exterior e trazidos em bagagem acompanhada, o viajante deve observar os limites quantitativos que variam de acordo com a via de transporte utilizada.

Na via aérea ou marítima os limites são:
a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;
b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;
c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;
d) fumo: 250 gramas, no total;
e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas4; e
f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

Na via terrestre, fluvial ou lacustre os limites são:
a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;
b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;
c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;
d) fumo: 250 gramas, no total;
e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 5,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas; e
f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 10 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

Compras realizadas em Free Shop de chegada no Brasil não contam no limite (quota) de isenção de bens adquiridos no exterior. Passageiros que desembarcam no País podem realizar compras adicionais no Free Shop de chegada com isenção de impostos até o valor limite de US$ 500,00 por pessoa. Este valor é independente de outras isenções concedidas à bagagem de viajante. Já as compras realizadas em Free Shop no exterior, à bordo do avião ou de embarcação ou no Free Shop de saída do Brasil, somam-se aos demais bens adquiridos no exterior para fins de tributação.

Se o valor dos bens adquiridos no exterior e trazidos ao país pelo viajante como bagagem acompanhada ultrapasse a quota de isenção, mas não ultrapasse os limites quantitativos, será devido imposto sob o Regime de Tributação Especial (RTE) calculado à alíquota de 50% sobre o valor que exceder US$ 500,00 (para via aérea ou marítima) ou US$ 300,00 (para via terrestre, fluvial ou lacustre).

Em caso do viajante exceder o limite quantitativo dos bens, eles ficarão retidos pela Receita Federal do Brasil e estarão sujeitos ao Regime de Tributação Comum, ou seja, para que sejam liberados, o interessado deverá tomar as mesmas providências a que estão sujeitas as importações realizadas importadoras.

É obrigatório para todo viajante, maior de 16 anos, na chegada ao Brasil, preencher, assinar e apresentar individualmente a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA). Caso tal declaração seja preenchida de forma incompleta, inexata ou com opção indevida pelo “nada a declarar”, poderá ser cobrado, além do imposto devido, multa e outras sanções penais, conforme o caso.

Importante dizer ainda que os limites de isenção (quotas) são individuais, ou seja, intransferíveis, não podendo ser somadas as quotas.

Além disso, a quota de isenção pode ser utilizada uma vez a cada intervalo de um mês.

Consta ainda no site da Receita Federal, que ela não emite qualquer documento para comprovação da saída de bens ao exterior constantes de bagagem de viajante e que quando do retorno dos bens ao país, o viajante poderá comprovar sua procedência, por qualquer meio idôneo.

Para viajantes que tiverem portando, quando da entrada ou da saída do país, valor em espécie em montante superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) deverá apresentar declaração de porte de valores (e-DPV). Nestes casos, a fiscalização aduaneira verificará a exatidão da declaração e exigirá documentos específicos que comprovem a aquisição lícita dos valores.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com a Receita Federal, podendo ser através do site (http://www.receita.fazenda.gov.br/).

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

...mergulhando/...scuba diving

É claro que tomar chimarrão mergulhando não é no sentido literal... mas foi uma situação ímpar em nossa vida em razão das circunstâncias.
Of course, drink chimarrão scuba diving is not in the literal sense ... but it was an unique situation in our lives because of the circumstances.

Nos reencontramos em Florianópolis no verão e pensamos em aproveitar pra mergulhar, mas teríamos que fazer o chamado “batismo”. Como o fato de mergulhar já nos chamava a atenção em diversos lugares, passamos a achar desinteressante fazer o “batismo” todas as vezes. Além de que queríamos ter mais liberdade, poder “nadar” mesmo! Surgiu então a idéia de fazer um curso de mergulho.
We met in Florianopolis (Santa Catarina) during summer and we thought about take the chance to scuba dive, but we would have to make what is called "baptism." Due to the fact of scuba diving has drawn our attention in several places, we found not interesting to do the "baptism" at all times. Besides we wanted to have more freedom, let’s say we wanted to really "swim"! So it comes the idea of taking scuba diving classes.

Pesquisamos e encontramos algumas escolas de mergulho em Bombinhas-SC e em Florianópolis-SC. Depois de alguns contatos resolvemos encarar o curso para Open Water Diver - PADI.
We searched and found some diving schools in Bombinhas and Florianopolis. After some contacts decided to face the course for Open Water Diver - PADI.

O curso Open Water Diver é composto por cinco sessões, sendo que em cada uma tivemos aula teórica, prática em águas confinadas (piscina) e depois prática em águas abertas (no mar).
The Open Water Diver course consists of five sessions and at each one we had a theoretical class, confined water (pool) practice and then practice in open water (at sea).

Quando tínhamos feito todas as aulas teóricas e práticas em águas confinadas, estávamos prontas para encarar a prática no mar.
When we had done all the confined water classes, we were ready to face the practice at sea.


Precisávamos estar logo cedo de manhã no trapiche em Bombinhas para pegar o barco para navegar até o local de mergulho que foi no Estaleirinho, pois o tempo estava ruim e o mar muito agitado.
Needed to be early morning in the quayside in Bombinhas to take the boat to sail to the diving site which was in Estaleirinho due to the weather that was kind of bad and the sea a bit rough.

Chegando no trapiche o pessoal da escola começou a carregar os equipamentos para o barco e vimos um instrutor passando com uma cuia... já nos despertou interesse.
Reaching the quayside the school staff began loading the equipment into the boat and we saw a teacher holding a gourd... awaking our interest.

Partimos ao mar... e nada de chimarrão.
We sailed... and nothing about chimarrão.

No caminho ao Estaleirinho tivemos que montar e checar nosso equipamento... colete estabilizador, regulador, cilindro. Quando estava tudo montado, era hora de colocar as “roupas úmidas”, que são as roupas de neoprene como as que os surfistas usam. Nossa, quanto amadorismo para colocar aqueles longos macacões que nos deixava embutidas e de acordo com uma amiga, parecendo snorkels gigantes... aqueles do desenho animado, tipo os smurfs...
On the way to Estaleirinho we had to assemble and check our equipment ... stabilizer vest, regulator, cylinder. When everything was assembled, it was time to put the "wet clothes" which are neoprene clothes like that surfers use. Wow, how amateurism to put those long overalls that left us looking like fitted, like giants snorkels, those of the cartoon, like the smurfs... as said a friend.

Chegamos no Estaleirinho e colocamos o que ainda faltava... cinto de lastro (chumbo mesmo e são muito importantes esse quilos a mais), nadadeiras, snorkel e óculos (essencial). Quando estávamos prontas, fomos para a popa do barco: “passo de gigante” e água!!!!! Lá fomos nós tentar mergulhar... Acham que é fácil afundar? Mesmo com todo o equipamento... não é bem assim... tudo é um aprendizado. E lá fomos nós com nosso instrutor Juan para nossa estreia no fundo do mar!
We arrived at Estaleirinho and put what was still missing ... weight belt (real lead and is very important that extra pounds), paddles, snorkel and goggles (essential). When we were ready, we went to the aft part of the boat, "giant step" and water!!!!! There we were, trying to dive... Do you think it's easy to sink? Even with all the equipment ... is not... everything is a learning process. And we went off with our instructor Juan for our debut under the sea water!


Retornamos ao ponto de partida, fizemos nossas primeiras “provas sub” e subimos ao barco depois de uns 40 minutos para a pausa obrigatória em superfície.
We return to the starting point, we made our first "under water tests” and climbed to the boat after about 40 minutes to an obligatory break in surface.

Era a hora do lanche... e nada do chima.
It was time for snacks... and still nothing about chimarrão.

De repente avistamos os instrutores (com os quais não tínhamos tido contato ainda) se preparando pra tomar um chima embaixo d´água, foi cadeira de praia, guarda-sol, cuia e bomba, tudo pra montar o cenário perfeito ao lado dos peixinhos. Sem dúvidas, vestimos nosso equipamento e antes da próxima lição prática, demos um jeitinho de participar dessa roda!
Suddenly we saw the teachers (with whom we had not had contact yet) getting ready to take a chimarrão underwater, it was chair, beach umbrella, gourd and pipe, everything being thrown in the water, all for the perfect sight alongside the fish. With no doubt, we took our equipment and before the next practice lesson, we have a knack to participate in this chimarrão circle!

Nosso herói... o astronauta Abraão... até trocou umas palavrinhas com a gente e fomos ao nosso chima-sub! Ele registrou nosso momento muito especial!
Our hero ... the astronaut Abraao... that even exchanged a few words with us and we went to our chima-sub! He recorded our very special moment!


Logo tivemos que voltar a nossa prática e mais provas, mas valeu! Foi um momento marcante no nosso dia inesquecível, já que era o nosso primeiro dia de mergulho ao fundo do mar.
Soon we had to return to our practice and more tests, but thanks! It was a remarkable moment in our unforgettable day, as was our first day of scuba diving.


Concluímos o curso com mais um dia de mar na ilha do Arvoredo e depois tivemos a prova escrita! Nosso curso nos permite mergulhar a até 18m de profundidade, sempre em dupla ou com instrutor.
We conclude the course with another day on the Ilha do Arvoredo and then we had the written test! Our course allows us to dive up to 18m deep, always in pairs or with an instructor.

Tivemos então mais um dia mergulho que foi a nossa estréia solo (sem instrutor) e sem precisar fazer os exercícios-sub. Nesse dia levamos nosso chimarrão para a viagem até o ponto de mergulho!
We then had one more day plunge that was our debut solo (no instructor) and without having to do the sub-exercises. That day we took our chimarrão for the journey to the diving point! 


Embaixo dágua, fomos controlando o nosso tempo e tirando muitas fotos... é claro, afinal estávamos no Arvoredo! Seguimos as orientações que havíamos recebido do instrutor... seguir inicialmente do local onde estava a embarcação para a direita... onde ficaríamos com as pedras na nossa esquerda.
Under water, we were managing our time and taking many photos ... of course, because we were in the Arvoredo, an amazing place, one of the best scuba diving sites in Brazil! We follow the guidelines that we had received from the instructor ... initially below the site where the boat was on the right ... where we could get the rocks on our left.

Podíamos ir até encontrar as duas pedras com uma fenda e depois retornaríamos até a embarcação. Fizemos tudo certo e na volta encontramos a âncora da nossa embarcação. Tiramos várias fotos por alí, pois tinha uma estrela-do-mar ao lado da âncora. Achamos que poderíamos voltar ao barco, nos comunicamos pelos sinais que havíamos aprendido e fomos orgulhosas! Depois da subida gradativa a superfície, olhamos para o barco e... espanto!!! Não era o nosso! Erramos o local que o barco estava “estacionado”... Enfim, tivemos que voltar ao fundo do mar e fomos em direção ao nosso barco! Depois de ter errado o endereço, chegamos bem em nosso destino para a pausa obrigatória com um chima esperando!
We could go until find the two stones with one slot and then would return to the boat. We did everything right and turning back we found the anchor of the ship. We took many pictures over there, because a star-fish was beside the anchor. We thought we could go back to the boat, we communicate by signs that we had learned and we were proud! After a gradual ascent to the surface, look for the boat and... surprise! It was not ours! We wandered the place that the boat was "parked" ... At the end we had to return to the sea floor and headed to our boat! After we have mistaken the address we arrived well at our destination to another obligatory break at the surface and at this time with a chimarrão waiting for us!

Fizemos o segundo mergulho do dia! Ficamos muito felizes e orgulhosas e voltamos da Reserva do Arvoredo até Bombinhas tomando um chima, juntamente com o pessoal do barco e com os mergulhadores hermanos... fazendo uma grande roda de chimarrão!
We did the second plunge of the day! We are very happy and proud and we return from the Arvoredo Reserve to Bombinhas taking a chimarrão, along with staff of the boat and fellow scuba divers... making a big chimarrão circle!